terça-feira, 29 de agosto de 2023

Inveja

Essa é a história de um homem que tinha muita inveja dos seus próximos, ele queria tudo que os outros tinham, na ânsia de ter tudo, ele entrou em contato com um velho feiticeiro mestre de magia negra. Velho entregou para o homem um livro com 3 rituais que ele deve fazer e que no último ritual ele vai ter uma visita, nessa visita ele tem que informar para o visitante o seu maior desejo, que a parti dali tudo que ele quer vai conseguir. Chegando em sua casa pequena, ele não pensou duas vezes, realizou os três rituais, o ultimo sendo um de sangue, sacrificando uma quantidade do seu próprio sangue, quando terminou o ritual, pálido e quase sem energia que acabou dormindo onde estava, ele acordou por voltas das 03 horas da madrugada com sua campainha, levantando no susto ele correu para a porta para abri-la, mas antes de chega nela, a porta já estava aberta, dentro da casa estava um homem bem vestido com uma roupa formal que aparentava ser de época, como da década de 20 ou 30. OLÁ, homenzinho, não preciso pergunta se posso entrar, já fui convidado. Disse o homem. ENTÃO, homenzinho? Qual seu desejo? O homem sentido um forte cheiro de enxofre, sabendo que estaria entrando no caminho que não teria volta praticamente gritou. EU DESEJO TER TUDO AQUELES EM MINHA VOLTA CONSEGUIRAM E EU NÃO. Hahaha – riu o homem com suas roupas de épocas e seu cheiro forte de enxofre. Muito bom o seu pedido- colocando a mão em seu paletó e tirando uma folha de caderno. Pegue essa folha, coloco aqui os nomes daqueles que você deseja ter as posses, o nome daqueles que alimentam sua inveja e você terá tudo aquilo que eles têm com o braço esticado mostrando a folha para o homem. Com a máxima velocidade que aquele corpo podia mexer e faminto de inveja pegou a folha da mão do homem com cheiro de enxofre, pegou um lápis da mesa e já começou a escrever os nomes dos seus vizinhos. -Mas cuidado, Quand... O homezinho nem ouviu a orientação, ou se ouviu não deu a mínima, ele só queria TUDO. Com passa do tempo, todas as pessoas em volta do homenzinho ficaram em desgraças e ele cada vez mais rico, mas a sua fome não passa, sempre ele colocava um novo nome, a sua letra já estava muito pequena no papel só para aproveitar o espaço. Com passa dos anos, o homem não conseguia mais escrever no papel, não tinha mais espaço, para nada, ele sempre usou lápis, para tentar apaga os nomes depois e rescrever, mas nunca deu certo, os nomes ali listado ficava marcado como uma tatuagem em uma pele, impossível apagar. Passando mais algum tempo, o homenzinho já estava perdendo tudo que conseguiu através da lista e sua inveja, cada coisa que conseguiu de maneira fácil, com sua “sorte” foi se indo, até chega o momento que ele perdeu até aquilo que ele já tinha pelo seu próprio esforço. Já era um mendigo, vivia para comer comida do lixo, mas não desistia, em tempos em tempos ele pegava aquela folha toda preenchidas com mais variados nomes e tentava coloca um novo nome por cima dos outros que já estava ali, mas não funcionava. Muito anos se passaram, o homenzinho já estava muito velho com muitas doenças em seu corpo, mas seu corpo se negava a morrer, ele ficava vivo sofrendo, ele chorava a noites frias da cidade desejando morrer. Em um dia muito ensolarado ele tentou mais uma vez escrever no papel com seu lápis que deve ser o milésimo que usou durantes esses anos, ele já estava pela metade, quando ele começou mais escrever um nome ele se lembro, lembrou-se da mensagem do home. -Mas cuidado, quando não preencha totalmente o papel se não a magia reverte, mesmo para a inveja tem que ter um limite. Mas a sua fome por aquilo que era dos outros fez ele ignorar totalmente a mensagem, sempre adicionar um nome novo até acaba o espaço da folha e inverter a magia. Quando ele lembrou disso, o seu último desejo se realizou, caindo morto no chão. Quando foi encontrado, ele estava segurando firme a folha em uma mão e o lápis velho na olha.

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

DIA 14 parte 4 final.

Acordei cedo e disposto a descobrir de vez o que está acontecendo aqui, preparei minhas coisas tomei o café e coloquei a mochila na costa, hora da caminhada, sai muito cedo, e comecei a andar em direção a floresta atrás da cabana, andei por horas, mas nada encontrava, quando mais eu andava e me afastava da cabana parecia que eu estava mais leve, tirando um problema gigante da cabeça, - O LAGO -, na caminhada, veio uma imagem na minha cabeça, -O LAGO-, como se algo tivesse me chamado de volta para a cabana – O LAGO -. Dei meia volta e voltei com passos apresados para a cabana, depois de algumas horas andando e muito cansado, cheguei na cabana – O LAGO – mas essa imagem não sai da minha cabeça, coloquei minhas coisas na cabana e foi direto para o lago, chegando lá fiquei olhando para ele, concentrado e muito suado pelo cansaço, sentei na borda do lago que me molhou deixou molhado da cintura para baixo. E fiquei admirando o lago, não sei quando tempo passei ali, parece que entrei em transe, quando dei por mim, já estava no final da tarde. Mas o que acontece a parti daí foi tudo muito rápido, que foi praticamente agora, por isso já estou escrevendo, para não esquece os detalhes, ainda estou molhado. Quando sai do transe, olhei para o lago, com uma certeza na vida que senti antes só quando resolvi viajar e parei nessa cabana, tirei a camisa e dei um pulo no lago, nadei até fica quase no meio do lago. E mergulhei, foi fundo, quando meu folego estava preste a acaba, o cansaço nos braços e pernas, mas continuei mergulhando, era muito fundo, mas chegou um momento, que estranhei, eu estava mergulhando ainda, mas a sensação era de está emergindo, passei por alguma coisa e parei de descer, comecei a subir, subir, até que cheguei de volta do nível da agua, mas não era o mesmo lugar que mergulhei, o céu tinha uma cor roxa estranha, sem nuvem mas sim umas manchas pretas direto no céu mexendo-se como se fosse milhares de minhocas se remexendo. Não estava com medo, parece que o medo não me afeta mais, mas estava muito apreensivo, não estava entendendo nada, o ar estava pesado para respirada, é como se eu tivesse tentando respirar através de um canudo de uma caneta, nadei até a borda e foi em direção que onde devia está a cabana, não vi nenhum animal ou som de um, era um silencio tão forte que estava quase ouvido o sangue circular pelo meu corpo, os meus passos ecoavam para longe, as arvores em volta eram estranham, não a conhecia, mas chegando perto onde fica a suposta cabana, comecei a ver um fios, fios de eletricidades, e eu reconheci eles, foi eu que coloquei eles ali, ontem tinham os refletores, mas não tinha refletores ali, tudo parecia tão velho, eu vi alguns no chão, deve estar ali a anos. Quando cheguei na cabana, quase não a recolhei, estava totalmente destruída, não tinha mais teto, a porta estava no chão toda corroída pelo tempo. Entrei devagar dentro da cabana, não conseguia entender o que aconteceu ali, teve algum tipo de luta? Ou foi o tempo que destruiu tudo isso? Mas quando tempo passou? Ainda estou na cabana? Ou morri afogado e aqui é o limbo? Muita dúvida passava pela minha cabeça, enquanto andava e olhava em volta, até meus olhos encontra a arma toda enferrujada em um canto caída, olhei para ela imaginando de onde caiu até ver que perto dela tinha o esqueleto de um braço embaixo de um pedaço de tabua, deve ter caído do teto, levantei a tabua e levei um susto, aquele esqueleto estava usando uma roupa igual a minha, só que muito desgastada pelo tempo. Será possível, que aquele ali era eu? Quando foi chegando mais perto, comecei a ouvi sons de novo, parecia que ainda estava longe, mas não por muito tempo, me aplumei rápido, e sai da cabana, não conseguia ver, mas parecia que os sons de passos estão vindo de quase todas as direções, como se tivesse querendo me cerca, ou como se eu fosse algum tipo de lampião e eles mosquitos atraído pela minha luz, corri de volta pelo caminho que tinha feito para chega na cabana, corri, o cansaço estava muito forte, não conseguia respirar direito, mas não parei, quando cheguei perto do lago, entrei logo e fui nadando para o meio dele, ouvi o barulho de algo pulando na agua, mas não me virei para olhar, chegando no meio do lago, mergulhei, afundei como uma pedra, para ir mais rápido tirei todo ar do meus pulmões, que já não tinha muito. Quando senti que passei por um tipo de camada fina, quando atravessei, como da outra vez, não estava mais mergulhando, estava subido. Quando cheguei na superfície do lado, comecei a nadar para a beira do lago, eu estava certo que já estava em casa, porque voltei a ver aquele céu de fim de tarde, exatamente o mesmo que eu vi antes de mergulhar. Chegando na margem dei uma olhada para o me certificar que nada me seguiu, cansado corri para a cabana, fechei a porta, me sentei na velha cadeira, e aqui estou eu, ainda, escrevendo, resolvi escreve logo, para não esquece ou de futuramente duvida de mim se tudo isso foi uma alucinação. Meu braço está pegando fogo agora, vou termina aqui de escreve e colocar um curativo nele.

domingo, 20 de agosto de 2023

dia 14 parte 3

Acordei no chão desnorteado, nem sabia onde estava, levantei a cabeça de vagar olhando em minha volta, a porta da cabana estava aberta, antes de cai eu a deixei aberta? Me perguntei. Percebi que já estava escuro lá fora, levantei rápido do e tentei fechar a porta, mais quando estava quase fechando apareceu um braço da escuridão lá fora, que pegou-me pelo antebraço e puxou-me para fora, no susto soltei um grito de desespero, com os olhos arregalados e de cara na areia, fiquei olhando para um lado e para o outro procurando o dono daquele braço, mas estava muito escuro, sentei no chão sem tira os olhos na direção da escuridão com as costa virada para a porta da cabana e comecei a engatilha de volta para ela, não conseguia ver nada, mas eu sentia que tinha vários olhos olhando para mim. Quando cheguei perto da porta me levantei em um só pulo e entrei e fechei. Com o coração batendo a mil, aquilo deve ter me puxado e me jogado a uns 4 metros de distância da porta, parecia que eu era uma boneca de pano, a força daquilo era absurda. Quando a adrenalina abaixou senti uma dor terrível no braço, bem ontem aquela criatura pegou, olhei para o local, e me assustei, parecia uma queimadura horrível, doía horrores, se lembro bem na hora que a criatura me puxou, a sensação do toque foi gelada, como se aquilo não tivesse vida. Por que queimou assim? E sim isso é uma queimadura? Fui até a parte que tinha um armário, onde eu guardo o kit primeiros socorros, limpei o machucado, passei remédio e enrolei em uma atadura. Liguei todas a luzes que volta a iluminar lá fora, acho que as baterias conseguem manter as luzes acessas até de manhã, nesse momento não quero ir lá fora ligar o gerador. Minha mente está cansada, mas não quero dormir, na verdade nem com sono estou, dormi o dia todo praticamente. Lá fora está silencioso, que bom que é um silencio normal, nada aquela silencioso assustado, que leva embora até o som do cai de uma folha. Depois de um tempo, agora mais calmo, a curiosidade começou a tomar conta de mim, resolvi olha pela fresta da janela que deixei propositalmente para essas situações. Tudo normal lá fora, não sei foi um momento de coragem ou loucura, eu resolvi ir lá fora, peguei a lanterna e a arma, em frente a cabana está tudo bem iluminado, dei uma olhada lá fora antes de abrir a porta, não queria que nada me puxa-se de novo, meu braço ainda está latejando de dor, talvez a dor tenha me deixado mais corajoso nessa hora. Abrir a porta devagar e dei um passo para fora da cabana, onde a luz das lâmpadas chegava estava tudo normal, foi andando na direção oposta de onde sempre vou que é para o caminho do lado, mas dessa vez resolvi ir pela lateral da cabana, foi andando até chega na parte mais escura, onde as luzes não chega e a floresta começa a fica mais fechada, foquei a luz da lanterna entre as arvores para ver se enxergava algo, mas nada via. Andei mais perto perto das arvores e procurando algo entre as arvores, foi ai nesse momento que vi, a luz da lanterna sendo refletida de volta para mim, por dois olhos grandes e brilhante escondido entre as arvores, na hora que foquei de volta a luz no mesmo lugar, já que estava pulando a luz de uma arvore para outra, não estava mais lá, não consegui ver muita coisa, mas eu vi a garras que ele tinha na mão quando passei a luz por ele, eram grandes como uma foice, fiquei com a luz focado no ponto que ele estava, e foi caminhando em direção aquela arvore, pro incrível que pareça eu estava calmo, parece que já estava cansando de senti medo ou apavorado, na quele momento estava em paz, queria só resolve logo esse problema, não importasse o resultado. Chegando perto da arvore, olhei para tras dela, nada tinha e ouvi um barulho a frente como se tivesse alguém correndo para longe, pontei a lanterna e nada via, a floresta dali para frente já estava muito fechada, só via o mato se mexendo. Apontei a minha arma na direção do mato, com uma raiva gigante e dei dois tiros e gritei -OQUE VOCÊS QUEREM COMIGO? PORQUE ME PERTUBAS, VENHAM, EU AQUI, POR QUE QUANDO VOU PARA CIMA VOCÊS FOGEM? VAMOS, VENHA! VAMOS RESOLVER ISSO AGORA! Mas não tive resposta além do eco dos tiros voltando do meio do mato. Fiquei ali parado, respirando ofegante, com raiva. Realmente queria acabar com essa situação toda ali naquele momento. Depois de um tempo desisti, virei as costas para a floresta com zero medo e voltei para a cabana. Pela raiva que senti naquela hora ou pela compulsão de descobri o que eles são ou que querem, coloquei na minha cabeça vou descobrir o tudo. Amanhã pela manhã darei uma volta pela floresta para ver se encontro algo.

dia 14 parte 2

Quando abri a porta, toda a areia estava espalhada, com muitas pegadas, uma por cima da outra, um indo outra vindo, uma bagunça total, mas achei algumas que poderia identificar, mas na hora que fiquei olhando, estranhei muito, parece uma pegada humana, mas não era humana, era estranha, como se estive tentando imitar uma pegada humana, essa pegada ficou no vale da estranheza, foi impossível identificar, realmente não sei se era humana ou não. O cansaço tomou conta de mim, entrei de volta para a cabana e prepararei um café reforçado, queria volta a dormi, mas não tive coragem, na minha cabeça só passava cenas das janelas quase estourando, depois que tomei o café, foi atrás da cabana e peguei o velho machado que ali estava, na hora que peguei o machado, subiu um calafrio na espinha, pensei na hora, se ele eu tivesse pegado esse machado que estava no alcance de todos, mas janelas não teriam chance, mas deixei esses pensamentos de lado, cortei algumas madeiras e reforcei todas as janelas, foi cansativo, não sou muito bom com trabalhos braçais, mas ajudou a distrair a mente, por volta das trezes horas já tinha feito quase todo, estava fazendo isso deste cedo, voltei para dentro da cabana, mas antes peguei qualquer ferramenta que ficava do lado de fora que poderia ser usado compra mim e deixei em um canto da cabana. Quando entrei na cabana foi direto para uma cadeira que ficava em frente a uma velha mesa, eu ia preparar alguma coisa para comer depois, um chance, mas acabei desmaiando, talvez de cansaço ou estresse, Não sei.

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Na estrada

Essa é uma história que meu avô contava para mim quando eu era criança e vou contar para vocês agora, não vou lembrar de todos os detalhes. Vamos lá. Meu avô me falou quando ele era criança morava em uma cidadezinha que tinha praticamente só sítios e fazendas, ele e o pai dele como a mãe morava em um desses sítios. Então quando precisava ir para uma quitandinha para comprar alguma coisa tinha que andar por uns quilômetros até chega nessa quitanda que ficava no “centro” dessa cidade que na verdade ficava tudo em volta de uma velha igreja católica. Um dia meu avô acordou bem cedo, ele tinha por volta dos 6 anos, ele vai acompanhar seu pai até a centro para compra algumas coisas, como a caminhada é longa ele sai bem cedo, na madrugada sem sol, Como o percurso é uma estradinha de terra com muito mato, o pai do meu avô sempre levava uma fação para algo possa acontece. Eles ficaram lá no centro até o final do o meio dia, e resolveram volta para casa, no caminho para casa, eles voltaram andando bem perto do mato para aproveitar a sombra das arvores. Quando estava já na metade do caminho meu avô ouviu um barulho vindo do mato mais ao fundo para avô, o pai dele pensando que era algum tipo de bicho, como onça, já puxou o facão e ficou de olho olhando, e continuou a caminhar com atenção no máximo, a cada tempo eles ouviam barulhos de galhos sendo quebrado. Meu avó e seu pai começaram acelerar o passos. Em certa parte da estrada tinha um pequeno morro, que meu avó e seu pai deram a volta nele, quando chegou do outro lado, uma criatura sinistra usou o pequeno morro como trampolim para ataca-lo. No começo meu avó achou que era um javali, pelo seu corpo corpulento e grande, mas se deu conta que logo que não era, o corpo podia lembrar muito um javali, mas a cabeça parecia uma mistura de morcego com lobo e tinha orelhas gigantes como de um coelho ou jumento, o pelo grossos e castanho. O pai do meu avô pulou para o lado e deu uma facãozada na lateral do bicho, que ficou surpreso com o ataque e deu recuada, meu avó me falou que naquela hora, a criatura e seu pai ficaram se encarando e que até hoje não esqueceu a cor dos olhos do bicho, vermelhos como um rubi, a criatura tentou mais um ataque no pai do meu avô, ele com um braço usando para proteger seu filho e o outro balançado o facão, a criatura tentou mais alguma investida, mas meu bisavô era mais rápido, e em um momento de oportunidade ele deu uma balançada do fação na garganta da criatura, mas ela percebeu e baixou a cabeça no momento certo, mas não saiu ileso, o facão arrancou a orelha esquerda da criatura que desistiu dos ataques virou de volta para a mata e saiu correndo. Meu avô e seu pai, continuaram a caminhar de volta para o sítio, com a atenção máxima, mas não voltou a acontecer nada no caminho, chegaram em casa salvos. Um dois dia depois um compadre do pai do meu avô foi lá no sítio para joga baralho ou domino, além de fica bebendo e conversando, deve um momento que esse compadre falou que um grande desafeto do meu bisavô vendeu seus terrenos e que iria embora, meu bisavô não gostava de ficar falando sobre desafetos, mas ficou curioso, porque essa pessoa em particular, amava a terra dele como também já tinha tentado compra as terra do meu bisavô, usando até violência em uma época. Aí o compadre falou que ele o desafeto tinha sido atacado um tempo atras e levou um corte muito feio nas costelas e perdeu a orelha esquerda, com medo de mais um ataque ele resolveu ir embora. Meu bisavô não falou nada depois disso, mais meu avô me falou que ele fez uma cara no momento como se tivesse intendido tudo, como meu avô era criança naquela época não entendeu, só alguns anos depois que foi ter noção do que aconteceu, e que aquela criatura não era um animal do mato ou algo do tipo. Essas são as informações que lembro que meu avô me contava, ah tem mais uma que esqueci de conta, meu bisavô guardou a orelha da criatura, hoje ainda esta com meu avô em um baú velho, ele já mostrou para mim um vez, na hora que vim meus pelos se arrepiaram na hora. Não posso afirmar se a historia é real ou mentira, mas eu posso afirmar que realmente existe a orelha e que sempre fico com medo quando meu avô me mostro.

terça-feira, 15 de agosto de 2023

Um conto

Meu nome é Fernando, gostaria de conta uma história que aconteceu comigo a uns tempos atras, primeiro tenho que tivesse que tenho dois pets, um cachorro lavrador que muito bobão, gosta de todo mundo e uma gata linda com seu pelos de tartaruga. Todas as manhas eu saiu para passear com meu cachorro, não levo a minha gata, tenho medo que algum cachorro de rua ou de dono sem noção ataque ela e a machuque. Pego quase sempre o mesmo caminho, encontro as mesmas pessoas, mas nesse dia foi diferente, já estava a uns 15 minutos passeando quando o pelo do meu corpo se arrepio e veio um vento forte que por reflexo fechei os olhos, na hora que abrir os olhos, parecia que estava em um lugar totalmente diferente, as casas que ficavam em volta que antes eram novinhas, agora então velhas e acabada, a rua cheia de buracos que parecia que a anos não tem uma manutenção, calçadas parece que nem existe mais, cheia de mato, um mato feio velho e seco, que qualquer faísca causaria um incêndio gigantesco, mas o que realmente me assustou foi o céu, ele não era azul, ou qualquer outra cor que estamos acostumado a ver, era vermelho, um vermelho sangue, não pensei duas vezes virei as costa para volta pelo mesmo caminho que vim, o meu cachorro estava muito assustado, nunca tinha visto ele assim, estava com tanto medo que ficou andado do meu lado com rabo encolhido na barriga. Comecei a a andar mais rápido, quase correndo, mas parece que não conseguia volta, tudo estava com aquela aparência deplorável. De algumas casas começaram a sai alguma pessoas, olhando para mim, pessoas totalmente estranhas, eu não conseguia ver os seus olhos, parecia que tinha um buraco no lugar dos olhos, as suas roupas eram velhas e rasgadas, e cada vez apareceu mais gente, comecei a correr um pouco olhando para um lado e para o outro, parecia que eles estavam atras de mim, porque percebi que quando mais eu acelerava eles acelerava também. Mais ai aconteceu algo que eu nunca imaginei, o meu cachorro bobão que gosta de todos, perdeu sua postura de medo e colocou no lugar uma agressiva, quando alguma dessas pessoas entranhas tentava chega mais perto de mim, ele pulava em cima para afasta-la. Já estava correndo, quando na esquina de uma rua com uma casa velha, eu vi um gato de pelo de tartaruga, chegando perto, percebi que era minha gata, corri em direção a ela para pegá-la, mas quando cheguei perto ela correu para um pouco mais longe e parou, olhando para mim com aqueles lindos olhos de mel, foi ai que eu entendi, ela queria que eu a seguir-se, e foi isso que eu fiz. Ela ficou me levando por corredores, casas abandonadas, e toda vez que aquelas pessoas sem olhos tentavam chegar perto o meu cachorro avança para neles, me protegendo. Depois de uns dez minutos seguido a minha gata ela some da minha vista, como desaparece-se bem na minha frente, levei um susto mais fui junto, quando cheguei no local que ela desapareceu, o céu voltou a sua cor normal, um belo azul de uma manhã de domingo, o clima agradável, as casas pareciam novas. E ela a minha gata estava se esfregando entre minhas pernas com um ronronar gostoso, peguei ela no coloco fiz um carinho, fiz como estava o meu cachorro, ele voltou a ficar com uma cara bobão e feliz, parecia que nada daquilo tinha acontecido com ele. Chegando em casa minha mulher estava desesperada, dizendo que tentou ligar para mim, falando que a gata tinha fugido, que do nada ela começou a miar, arranha a porta e que em um momento de vacilo ela viu a porta aberta e saiu correndo. Mas no momento que ela viu a gata no meu braço ficou calma. Resolvi conta tudo o que aconteceu para ela, então ela deduziu que ela fugiu para me trazer de volta e que ela ficou surpresa com o bob, ele sempre foi bobão e medroso. Mas a parte desse dia, Bob e tiara, o nome da minha gata viraram meu herói.

segunda-feira, 14 de agosto de 2023

dia 14

Não escrevi ontem, mais coisas aconteceram que não tive tempo nem paciência para escrever algo, além do fato de ainda esta colocando minhas ideias em ordem na minha mente. O que aconteceu ontem para hoje ainda não processei totalmente. Depois de jantar e escrever o meu diário resolvi dormi, estava satisfeito, pode se dizer que estava começando a ficar feliz, realmente a aproveitar a cabana e sua paisagem, querer um bicho, brincar relaxar, mas na madrugada levei um banho de água fria. Não sei exatamente que horas era, mas algo bateu na porta da cabana me chamando, não um chamado de calma de um amigo que vem visitar você depois de anos sem te ver e resolveu visitar você, ou um filho que vai passa o final de semana na casa do pai ou uma mãe chegando de surpresa na madrugada. Mais sim uma voz de desespero, um desespero tão grande que passou para mim na hora que acordei com as batidas, os pelos do meu corpo se arrepiaram na hora, no reflexo e desespero gritei, QUEM É? Mas não tive resposta, claro que não teria, logo depois veio o silencio, só podia ouvir a minha respiração pesada, levantei-me rápido da cama, peguei a arma que tinha comprado no outro dia que foi para a cidade. Andei até a porta, mas não cheguei muito perto, não tive coragem, diminui o ritmo da minha respiração, tentado me acalmar para pode esculta qualquer coisa do lado de fora, mas não ouvia nada, nem os pequenos barulhos de animais noturnos que normalmente a gente escuta estando no meio da floresta. Parece que na quela hora, o silencio absoluto, o medo veio, um medo grande, gigante, não consigo explicar, talvez seja um medo infantil? Sabe aquele que quando somos criança temos, nossos pais nos proibir de a assistir aquele filme de terror e mesmo assim assistimos e quando vamos dormir, ficamos com medo do filme, mas também com medo de fala com nossos pais? Por ter assistido, sei-la é um medo que realmente não consigo explicar. Quando o medo estava tomando o meu corpo até o meu espírito, com aquele silencio. Mas na hora meu ser e espírito voltou para o meu corpo, todas as janelas da cabana comeram a leva pancadas e solavancos, como se algo estivesse tentado arrombá-la, quebrá-las, estiquei o meu braço segurando forte a arma, apontando sempre para uma janela, pulando a mira de uma para outra. Meu coração estava tão acelerado que sentia ele pulando na minha garganta, Não sei quanto tempo passou, que horas eram, mais já via raios da luz do sol passando pelas frestas mais antigas da cabana, era dia, as pancadas sumiram do mesmo jeito que chegou, do nada. No momento que percebi que não tinha mais perigo cai sentado no chão com as costas virada para a porta. Espirei fundo para ganha forças, levantei e abrir a porta para ver como estava lá fora e se ficou algum tipo de rastro na área que deixei em volta da cabana.