segunda-feira, 14 de agosto de 2023
dia 14
Não escrevi ontem, mais coisas aconteceram que não tive tempo nem paciência para escrever algo, além do fato de ainda esta colocando minhas ideias em ordem na minha mente. O que aconteceu ontem para hoje ainda não processei totalmente.
Depois de jantar e escrever o meu diário resolvi dormi, estava satisfeito, pode se dizer que estava começando a ficar feliz, realmente a aproveitar a cabana e sua paisagem, querer um bicho, brincar relaxar, mas na madrugada levei um banho de água fria. Não sei exatamente que horas era, mas algo bateu na porta da cabana me chamando, não um chamado de calma de um amigo que vem visitar você depois de anos sem te ver e resolveu visitar você, ou um filho que vai passa o final de semana na casa do pai ou uma mãe chegando de surpresa na madrugada. Mais sim uma voz de desespero, um desespero tão grande que passou para mim na hora que acordei com as batidas, os pelos do meu corpo se arrepiaram na hora, no reflexo e desespero gritei, QUEM É? Mas não tive resposta, claro que não teria, logo depois veio o silencio, só podia ouvir a minha respiração pesada, levantei-me rápido da cama, peguei a arma que tinha comprado no outro dia que foi para a cidade. Andei até a porta, mas não cheguei muito perto, não tive coragem, diminui o ritmo da minha respiração, tentado me acalmar para pode esculta qualquer coisa do lado de fora, mas não ouvia nada, nem os pequenos barulhos de animais noturnos que normalmente a gente escuta estando no meio da floresta. Parece que na quela hora, o silencio absoluto, o medo veio, um medo grande, gigante, não consigo explicar, talvez seja um medo infantil? Sabe aquele que quando somos criança temos, nossos pais nos proibir de a assistir aquele filme de terror e mesmo assim assistimos e quando vamos dormir, ficamos com medo do filme, mas também com medo de fala com nossos pais? Por ter assistido, sei-la é um medo que realmente não consigo explicar.
Quando o medo estava tomando o meu corpo até o meu espírito, com aquele silencio.
Mas na hora meu ser e espírito voltou para o meu corpo, todas as janelas da cabana comeram a leva pancadas e solavancos, como se algo estivesse tentado arrombá-la, quebrá-las, estiquei o meu braço segurando forte a arma, apontando sempre para uma janela, pulando a mira de uma para outra. Meu coração estava tão acelerado que sentia ele pulando na minha garganta,
Não sei quanto tempo passou, que horas eram, mais já via raios da luz do sol passando pelas frestas mais antigas da cabana, era dia, as pancadas sumiram do mesmo jeito que chegou, do nada. No momento que percebi que não tinha mais perigo cai sentado no chão com as costas virada para a porta. Espirei fundo para ganha forças, levantei e abrir a porta para ver como estava lá fora e se ficou algum tipo de rastro na área que deixei em volta da cabana.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário