domingo, 20 de agosto de 2023
dia 14 parte 2
Quando abri a porta, toda a areia estava espalhada, com muitas pegadas, uma por cima da outra, um indo outra vindo, uma bagunça total, mas achei algumas que poderia identificar, mas na hora que fiquei olhando, estranhei muito, parece uma pegada humana, mas não era humana, era estranha, como se estive tentando imitar uma pegada humana, essa pegada ficou no vale da estranheza, foi impossível identificar, realmente não sei se era humana ou não.
O cansaço tomou conta de mim, entrei de volta para a cabana e prepararei um café reforçado, queria volta a dormi, mas não tive coragem, na minha cabeça só passava cenas das janelas quase estourando, depois que tomei o café, foi atrás da cabana e peguei o velho machado que ali estava, na hora que peguei o machado, subiu um calafrio na espinha, pensei na hora, se ele eu tivesse pegado esse machado que estava no alcance de todos, mas janelas não teriam chance, mas deixei esses pensamentos de lado, cortei algumas madeiras e reforcei todas as janelas, foi cansativo, não sou muito bom com trabalhos braçais, mas ajudou a distrair a mente, por volta das trezes horas já tinha feito quase todo, estava fazendo isso deste cedo, voltei para dentro da cabana, mas antes peguei qualquer ferramenta que ficava do lado de fora que poderia ser usado compra mim e deixei em um canto da cabana. Quando entrei na cabana foi direto para uma cadeira que ficava em frente a uma velha mesa, eu ia preparar alguma coisa para comer depois, um chance, mas acabei desmaiando, talvez de cansaço ou estresse, Não sei.
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